14 de maio de 2018

Livro MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA, 1ª ED. 2018

Lançamento no IX Congresso SOBRAFO: 17, 18 e 19 de maio de 2018

Sumário, Agradecimentos, Nota, Prefácio, Apresentação, Introdução, Lista de abreviaturas e siglas, Conceitos básicos em oncologia, Cálculos farmacêuticos, Manipulação de medicamentos oncológicos, Extravasamento de medicamentos, Normatização de etiquetas para medicamentos oncológicos , Farmacovigilância na prática clínica, Medicamentos Oncológicos: Monografias, Anexos (kit extravasamento, modelo formulário para notificação de extravasamento).

2 de março de 2018

Abiraterona: interações medicamentosas


Indicações: em associação com prednisona ou prednisolona: no tratamento do câncer da próstata metastático resistente à castração, em homens adultos assintomáticos ou ligeiramente sintomáticos após falência da terapêutica de privaçãoandrogênica, e para os quais a quimioterapia ainda não está indicada; no tratamento do cêncer da próstata metastático resistente à castração, em homens adultos em que a doença progrediu durante ou após um regime quimioterapêutico baseado em DOCEtaxel.

Medicamentos com grafia e som semelhantes: ciproterona; Zytiga® com Xofigo®

Interações medicamentosas: com dextrometorfano, pimozida, tioridazina (substratos da CYP2D6), a inibição desta pela abiraterona pode resultar em aumento nas concentrações plasmáticas desses substratos, com aumento dos efeitos farmacológicos e do risco de ocorrência de reações adversas. Evitar a administração concomitante e, se associados, considerar redução da dose para os substratos da CYP2D6. Inibidores da CYP3A4:atazanavir, cetoconazol, claritromicina, indinavir, itraconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, voriconazol. Pode resultar em aumento na concentração plasmática da abiraterona e risco aumentado de toxicidade. Usar com cautela se administrados concomitantemente, e monitorar os sinais e/ou sintomas de toxicidade devido à abiraterona. Considerar redução de dose. Indutores da CYP3A4:carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, rifampicina. Pode ocorrer diminuição dos níveis e da eficácia da abiraterona. Se possível, considerar outros tratamentos que não induzam a CYP3A4. Se usados concomitantemente, monitorar a eficácia da abiraterona. Considerar aumento de dose. Severidade moderada:associado com amitriptilina, amoxapina, aripiprazol, atomoxetina, captopril, carvedilol, cloroquina, clorpromazina, clozapina, clomipramina, desipramina, doxepina, duloxetina, flecainida, fluoxetina, flufenazina, fluvoxamina, haloperidol, iloperidona, imipramina, maprotilina, metoprolol, mexiletina, mirtazapina, nefazodona, nortriptilina, paroxetina, perfenazina, pipotiazina, procainamida, prometazina, propafenona, propranolol, protriptilina, risperidona, sertralina, tetrabenazina, timolol, tolterodina, trimipramina, venlafaxina, zuclopentixol (substratos da CYP2D6), a inibição da CYP2D6 pela abiraterona, que pode resultar em aumento nas concentrações plasmáticas desses substratos da CYP2D6, com aumento dos efeitos farmacológicos e do risco de ocorrência de reações adversas. Se associados, considerar redução da dose para os substratos do CYP2D6.(1,2)

Conduta na administração via oral: não triturar os comprimidos; não deve ser partido, aberto ou mastigado.Deve ser tomado pelo menos duas horas após a ingestão de alimentos e não devem ser ingeridos alimentos pelo menos durante uma hora após tomar os comprimidos. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com água.Cada comprimido contém 189 mg de lactose e 6,8 mg de sódio. Pacientes com intolerância hereditária rara à galactose, deficiência de lactase Lapp ou má absorção de glicose-galactose não devem tomar este medicamento. Não administrar dose dobrada para compensar a dose esquecida.

Referências bibliográficas:


1.Zytiga®. Disponível em: http://www.ema.europa.eu. Acesso em 11 de setembro de 2013.
2.Abiraterona. Disponível em: http://www.mocbrasil.com. Acesso em 11 de setembro de 2013.
3.Abirateron. Disponível em: http://www.scbt.com. Acesso em 07 de outubro de 2013.
4.Guia prático para descarte de resíduos. Disponível em: http://www.butantan.gov.br. Acesso em 05 de janeiro de 2014.
5.Abiraterona. Disponível em: http://www.einstein.br. Acesso em 02 de dezembro de 2017.
6.Abiraterone. Disponível em: http://www.pdr.net. Acesso em 02 de dezembro de 2017.
7.Dialysis of drugs. Disponível em: http://www.renalpharmacyconsultants.com. Acesso em 02 de dezembro de 2017.
8.NIOSH List of Antineoplastic and OtherHazardous Drugs in Healthcare Settings, 2016. Disponível em: http://www.cdc.gov/niosh. Acesso em 08 de dezembro de 2017.
9.BC Cancer Agency Hazardous Drug List. Disponível em: http://www.bccancer.bc.ca. Acesso em 29 de dezembro de 2017.

28 de fevereiro de 2018

INDICADORES DE QUALIDADE: AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DE NUTRIÇÃO ENTERAL POR ENFERMEIROS EM CLÍNICAS ESPECIALIZADAS

Rachel Nunes Ornellas; Ana Paula de Magalhães Barbosa; Márcia de Souza Antunes; Rodrigo Leite Hipólito; Silvana de Oliveira Azevedo
Hospital Universitário Antônio Pedro.
Universidade Federal Fluminense. Niterói. RJ.


Introdução: Dentre as metas do suporte nutricional, destaca-se a capacidade de administração da terapia enteral de forma segura e eficiente1. O enfermeiro possui um papel relevante no controle da nutrição enteral (NE): atuando na avaliação nutricional; escolha da via de administração; passagem do cateter, confirmação de localização, fixação e manutenção do mesmo; recebimento, avaliação, conservação e instalação, além do monitoramento do paciente. Este profissional também é responsável por disseminar para a sua equipe as práticas preconizadas2. Objetivo: identificar as dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros no cuidado aos clientes em suporte nutricional enteral. Material e Método: estudo descritivo, observacional, realizado em duas clínicas especializadas de um Hospital Universitário. Para coleta de dados foi utilizado um roteiro de observação estruturada, subdividido em considerações gerais e atribuições do enfermeiro. A observação foi feita às 11h e 17h em três plantões distintos, avaliando o recebimento e instalação da NE. Resultados: Os dados foram contabilizados a partir do número de respostas “Sim” do roteiro de observação, permitindo conceituar, através de uma escala, em “Bom” (>70%); “regular” (50%) e “Insuficiente” (<50%). A primeira unidade observada recebeu conceito “Bom” no eixo Considerações Gerais e “Regular” no eixo Atribuições do Enfermeiro. Já a segunda apresentou, respectivamente, conceitos “Regular” e “Insuficiente”. Conclusão: os resultados apontam um cuidado de enfermagem que varia de Regular a Insuficiente. Tais achados ressaltam a necessidade, por parte dos enfermeiros, de atenção mais direcionada aos procedimentos adequados em suporte nutricional enteral. É necessário comprometimento, comunicação da equipe multiprofissional e capacitação dos profissionais a fim de preencher as lacunas existentes, garantindo a qualidade e eficácia da assistência, bem como a segurança do paciente.

Palavras-chave: enfermagem, nutrição enteral, cuidados de enfermagem.
Referências:
1.BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria n° 484 de 15 de junho de 1998. Dispõe sobre Regulamentação Técnica para a Terapia de Nutrição Enteral. Diário Oficial da União, seção 1, p. 2, Brasília, 15 jun 1998.

2.AZEVEDO, S.O. Enfermagem em Suporte Nutricional Pesquisa Qualitativa. Dissertação. Mestrado Profissional Enfermagem Assistencial, Universidade Federal Fluminense, Niterói, Abr, 2015. 

28 de dezembro de 2017

The effect of having a pharmacist in the Emergency Department

Shali S, Princess Alexandra Hospital NHS Trust, Harlow

Background: Medication errors are one of the main causes of adverse drug events during hospitalisation. Medication errors commonly occur in the Emergency Department (ED) (1). Medicine reconciliation (MR) on admission can result in decreased medication errors and adverse events (2,3). This study aims to assess if the ED pharmacist can prevent medication errors by documenting a medication history prior to the completion of an inpatient prescription chart by the doctors.

Methods: This retrospective study was carried out in the ED at The Princess Alexandra Hospital NHS Trust. In the pre intervention period, MR was undertaken by the research pharmacist after the inpatient chart was completed by the doctors. In the post intervention period MR was documented by the research pharmacist prior to completion of inpatient prescription chart by the doctors. In the pre intervention period, 100 patients were included and in the post intervention period 54 patients were included. Data were collected on number, type and potential severity of unintentional discrepancies using a proforma compiled from existing literature.

Results: Of the 154 charts reviewed, 24% (24/100) and 22.2% (12/54) of patients experienced at least one discrepancy on their drug chart with the majority of these being omissions (79.5% & 74.7%) in the pre and post intervention period respectively. In the pre intervention period, a total of 299 discrepancies were discovered, an overall mean of 2.98±0.25 discrepancies per patient. However, in the post intervention period, a total of 83 discrepancies were discovered, an overall mean of 1.53±0.31 discrepancies per patient. In the post intervention period, the discrepancies were most frequently categorised as potentially requiring increased monitoring or increased length of stay in the hospital.

Conclusion: ED pharmacist can identify and prevent potentially harmful medication errors. The intervention resulted in quality improvement in medicine related information and fewer errors in the initial inpatient prescription chart.

Ethical approval was not sought following agreement with the hospital that this was a service improvement initiative.

References:

1. National Institute for Health and Clinical Excellence. Medicines optimisation: The safe and effective use of medicine s to enable the best possible outcomes. [Internet] UK. 2015. Available from: https://www.nice.org.uk/guidance/ng5/chapter/1-recommendations
2. Urban R, Armitage G, Morgan J, et al. A multi-centre study of MR following admission in four acute hospitals in the UK. Research in Social and Administrative Pharmacy. 2014; (10): 355-368.
3. Collins D, Nickless G, Green CF. Medications histories: Does anyone know what a patient should be taking? International Journal of Pharmacy Practice. 2004; (12): 173-178.

26 de dezembro de 2017

Probable interaction between levothyroxine and ritonavir: Case report and literature review

Purpose A case of probable interaction of levothyroxine and ritonavir is presented along with a review of the relevant literature and recommendations on clinical management.
Summary A 37-year-old woman with human immunodeficiency virus infection who had recently undergone thyroidectomy for a benign multinodular goiter presented to a clinic with hypothyroidism (she was also found to be pregnant), and treatment with levothyroxine 75 μg daily was initiated. While receiving antiretroviral therapy (abacavir–lamivudine and lopinavir–ritonavir) during pregnancy, the patient had persistently elevated serum thyroid-stimulating hormone (TSH) concentrations (up to 125.89 μIU/mL) despite gradual escalation of the levothyroxine dosage to 175 μg daily. An interaction between ritonavir and levothyroxine was suspected, and dolutegravir was substituted for lopinavir–ritonavir. Within 4 months, the TSH concentration had normalized. The daily levothyroxine dose was tapered over a 5-month period and stabilized at 125 μg, and TSH concentrations remained within the normal range over an 18-month follow-up period. Scoring of the case using the Drug Interaction Probability Scale yielded a score of 6 out of 11, indicating a probable interaction between levothyroxine and ritonavir. A literature search identified 4 reported cases of interactions involving levothyroxine and ritonavir.
Conclusion A potentially serious and underrecognized drug interaction between ritonavir and levothyroxine was observed in a pregnant woman with postthyroidectomy-related hypothyroidism. This case and a review of other cases reported in the literature indicate that higher-than-usual doses of levothyroxine may be required in patients who are taking ritonavir concurrently.
Rahul SahajpalRabia A. AhmedChristine A. Hughes and Michelle M. Foisy

23 de novembro de 2017

Congressos de Farmácia, Oncologia, Farmácia Clínica em 2018

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SEMANA LUSÓFONA DE FARMÁCIA HOSPITALAR
Data: 05 a 10 de Março de 2018
Local: Lisboa, Portugal
Contatos: www.alcf.pt.

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XXIX CONGRESSO SOCIEDADE LATINO AMERICANA DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA
Data: 15 a 17 de Março de 2018
Local: São Paulo, Brasil
Contatos: www.slaop.org.

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23rd CONGRESS OF EAHP: EUROPEAN ASSOCIATION HOSPITAL PHARMACY
Data: 15 a 17 de Março de 2018
Local: Gothenburg, Sweden, Suécia
Contatos: www.eahp.org.

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THE CLINICAL PHARMACY CONGRESS
Data: 27 a 28 de Abril de 2018
Local: Londres, UK
Contatos: www.pharmacycongress.co.uk

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CAPhO 2018: CANADIAN ASSOCIATION OF PHARMACY IN ONCOLOGY
Data: 03 a 06 de Maio de 2018
Local: Ottawa, Canada
Contatos: www.capho.org

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HOPIPHARM 2018: CONGRES FRANCOPHONE DE PHARMACIE HOSPITALIERE
Data: 16 a 18 de Maio de 2018
Local: Bordeaux, France
Contatos: www.hopipharm.fr

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IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA
Data: 17 a 19 de Maio de 2018
Local: Rio de Janeiro, Brasil
Contatos: www.sobrafo.org.br.

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FEIRA FÓRUM HOSPITALAR 2018
Data: 22 a 25 de Maio de 2018
Local: São Paulo, Brasil
Contatos: www.hospitalar.com.

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CONSULFARMA 2018
Data: 05 a 07 de Julho de 2018
Local: São Paulo, Brasil
Contatos: www.consulfarma.com.

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PSA 2018: PHARMACEUTICAL SOCIETY OF AUSTRÁLIA
Data: 27 a 29 de Julho de 2018
Local: Sydney, Austrália
Contatos: www.psa.org.au

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78th FIP: CONGRESSO MUNDIAL DE FARMÁCIA (FIP 2018)
Data: 02  a 06 de Setembro de 2018
Local: Glasgow, Scotland, Escócia, UK
Contatos: www.fip.org

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X CONGRESSO FRANCO-BRASILEIRO DE ONCOLOGIA
Data: 20 a 22 de Setembro de 2018
Local: Rio de Janeiro, Brasil.
Contatos: www.sbcancer.org.br

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EURO ONCOLOGY SUMMIT 2018
Data: 18 a 19 de Outubro de 2018
Local: Amsterdan, Netherlands, Holanda
Contatos: www.eurooncology.cancersummit.org.

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4th EUROPEAN CONFERENCE OF ONCOLOGY PHARMACY (ECOP)
Data: 25 a 27 de Outubro de 2018
Local: Nantes, França
Contatos: www.ecco-org.eu.

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47th ESCP: SYMPOSIUM ON CLINICAL PHARMACY
Data: 24 a 26 de Outubro de 2018
Local: Belfast, Northern Ireland
Contatos: www.escpweb.org

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VI CONGRESSO DE FARMÁCIA HOSPITALAR EM ONCOLOGIA DO INCA
Data: 25 a 27 de Outubro de 2018
Local: Rio de Janeiro, Brasil
Contatos: www.regencyeventos.com.br

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OFIL CHILE: CONGRESSO NACIONAL OFIL CHILE
Data: 14 a 17 de Novembro de 2018
Local: Santiago, Chile
Contatos: www.ofilchile.cl

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63º CONGRESSO DA SEFH - FARMACIA HOSPITALARIA
Data: Novembro de 2018
Local: Mallorca, Spaña.
Contatos: www.sefh.es

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